Milhares de pessoas testemunham a descoberta de um naufrágio na Internet

Milhares de pessoas testemunham a descoberta de um naufrágio na Internet

Cientistas da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) Eles descobriram um naufrágio do século 19 sob o olhar atento de 2.000 pessoas. Usando submersíveis equipados com controle remoto, eles descobrem os restos mortais do navio e os transmitem pela Internet.

O casco de madeira estava podre, mas as câmeras HD Eles capturaram imagens espetaculares do revestimento de cobre que tinha. Os tiros revelaram também a presença da âncora e de um grande número de objetos, entre canhões, mosquetes, caixas de vidro para garrafas, cerâmicas e as estranhas fogueiras da cozinha.

Não obstante, o nome do navio ainda não foi descoberto. Mas as placas de cerâmica com um padrão verde nas bordas eles eram muito populares entre os anos 1800 e 1830, enquanto o revestimento de cobre sugere que o navio data da primeira metade do século XIX. A presença de mosquetes e canhões indica que o navio estava envolvido em atividades de guerra.

A espetacularidade das imagens ocorre porque os objetos estão espalhados no fundo do oceano, tornando-os visíveis aos pesquisadores. O local do naufrágio está a mais de 1 quilômetro de profundidade 200 milhas da costa dos EUA do Golfo do México e a foz do rio Mississippi. Isso facilita o trabalho dos especialistas na análise do local e da função do navio, já que eles possuem uma imagem muito nítida e isolada do navio.

A área em que está localizada não foi explorada em profundidade. Foi por acaso quando, em 2011, a empresa Shell encontrou o local enquanto procurava fontes de petróleo e relatou o fato ao Escritório de Gestão de Energia do Oceano (BOEM) do Departamento de Interior dos Estados Unidos.

A missão é realizada pelo navio da NOAA Okeanos Explorer. Através do uso de um sonar multifeixe e um submersível controlado remotamente denominado "Hercules pequenos", os cientistas explorou o Golfo do México em busca de quatro naufrágios potenciais na área. “Pequeno Hércules” fez um total de 29 mergulhos, nos quais registrou uma grande variedade de vida aquática e registrou os diversos naufrágios até chegar ao último e mais importante dos quatro.

O BOEM deve decidir nos próximos dias se concederá permissão à Shell para explorar o fundo do mar para petróleo e gás. Sua decisão será baseada na segurança dos possíveis vestígios que possam ser encontrados na área dos naufrágios no Golfo do México.

Apaixonado por História, é formado em Jornalismo e Comunicação Audiovisual. Desde pequeno amou história e acabou explorando os séculos XVIII, XIX e XX sobretudo.


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